O curso tem como objetivo o estudo do Direito da Criança e do
Adolescente, a partir das normas constitucionais, à luz do Código Civil
Brasileiro, do Estatuto da Criança e do Adolescente e das demais legislações
especificas aplicáveis, de modo a especializar profissionais para atuar com
capacidade e habilidade na área do Direito da Criança e do Adolescente.
O curso visa qualificar bacharéis em Direito e demais profissionais
interessados em atuar nas temáticas relacionadas ao Direito da
Criança e do Adolescente
Dr.Abner Silveira – Assessor Judiciário, Especialista, Professor
Dr.Maurem Rocha - Advogado, Mestre, Professor
Dra.Tatiana C. M. T. Teixeira – Advogada, Especialista, Professora
Dra.Mirela de Cintra– Especialista, Poefessora
Dra.Natali Garibaldi Nunes – Especialista, Professora
- Noções gerais em Direito da Criança e do
adolescente
- O papel dos diversos entes Públicos
- Direitos fundamentais no ECA
- As formas de responsabilização no ECA e no Código
Civil
- Proteção na infância e na juventude
- Ato Infracional
- Crianças e adolescentes vítimas
- Direito de família e Tópicos Especiais
O objetivo da especialização é capacitar profissionais para atuar de forma técnica, ética e humanizada na proteção integral de crianças e adolescentes. O curso é indicado a quem atua ou pretende atuar no sistema de justiça, em políticas públicas e no terceiro setor, desenvolvendo visão integrada do ECA, da Constituição, de tratados internacionais e do SINASE.
Ao longo da formação, o aluno aprimora competências essenciais: interpretação normativa e jurisprudencial, elaboração de peças e pareceres, desenho de estratégias processuais e extrajudiciais, condução de fluxos intersetoriais, mediação e advocacy. Também amplia a capacidade de prevenção e gestão de riscos, qualificação de decisões e implementação de soluções juridicamente robustas em temas como medidas protetivas, guarda e adoção, acolhimento, socioeducação, responsabilização e políticas públicas. Resultado: atuação segura, efetiva e orientada ao interesse superior da criança e do adolescente.
É essencial que uma pós-graduação esteja por dentro das atualizações constantes do mundo jurídico. Além disso, a prática é necessária para formar um excelente profissional.
Faculdade VERBO é reconhecida pelo MEC desde 2016, conforme portaria Portaria 913, de 17/08/2016 e Portaria nº 1.010, de 20/05/2019.
A partir da confirmação da sua matrícula inicia a sua jornada para se tornar um especialista na sua área de escolha!
Sabemos que a rotina exige flexibilidade de horários. Pensando nisso, preparamos aulas online que podem ser assistidas de onde você estiver e quando você puder.
Escolher a VERBO Jurídico para sua Pós-Graduação em Direito da Criança e do Adolescente é investir em uma formação com sólida tradição no ensino jurídico e foco absoluto na aplicabilidade. Nosso conteúdo é cuidadosamente curado e constantemente atualizado, conectando a legislação e a jurisprudência mais recentes a situações reais de atuação. Você desenvolve repertório para intervir com segurança em Varas da Infância e Juventude, órgãos públicos, organizações do terceiro setor e consultorias privadas, com visão sistêmica das políticas públicas.
Com uma abordagem orientada a resultados, estudos de caso e roteiros práticos de atuação, a VERBO ajuda você a transformar conhecimento em performance profissional, fortalecer sua autoridade técnica e ampliar oportunidades na advocacia, no setor público e no ecossistema sociojurídico. É ensino jurídico que acelera a carreira e gera impacto social.
Esse profissional atua na defesa e promoção de direitos de crianças e adolescentes, oferecendo consultoria e contencioso estratégico em temas como medidas protetivas, acolhimento, guarda, adoção, destituição do poder familiar e medidas socioeducativas. Também orienta instituições públicas e privadas na criação de fluxos e protocolos de atendimento, prevenção de violências, proteção de dados de menores e conformidade com o ECA e normas correlatas. Na prática, elabora peças e pareceres, participa de audiências, acompanha casos com a rede de proteção e propõe soluções que conciliam segurança jurídica e cuidado integral. Sua atuação envolve diálogo constante com escolas, serviços de saúde e assistência social, conselhos tutelares e órgãos do sistema de justiça.
O mercado é consistente e crescente, impulsionado por demandas judiciais e extrajudiciais, fortalecimento de políticas públicas e maior responsabilização de organizações que atendem o público infantojuvenil. Há oportunidades na advocacia especializada, em Varas da Infância e Juventude, Ministério Público, Defensorias, órgãos executivos, conselhos e organizações da sociedade civil. O consultivo ganha espaço em escolas, hospitais, entidades de acolhimento, programas sociais e empresas que lidam com produtos ou dados de crianças. Temas como escuta protegida, prevenção de violências, adoção, acolhimento familiar, socioeducação, acesso à educação e proteção de dados ampliam a demanda por especialistas capazes de construir soluções técnicas, viáveis e humanizadas.
Combine estudo estruturado com prática supervisionada e produção de conhecimento. Passos recomendados:
A remuneração varia conforme região, experiência, tipo de vínculo (público, privado, terceiro setor), porte das instituições atendidas e complexidade dos casos. Na advocacia, honorários podem ser ajustados por caso, por consultoria continuada ou por projeto, com ganhos superiores quando há atuação estratégica em litígios relevantes, implementação de programas de conformidade e capacitação de equipes. Em funções públicas e no terceiro setor, os valores dependem do plano de cargos, da senioridade e de responsabilidades de gestão. Em geral, a especialização tende a elevar o teto de remuneração ao diferenciar o profissional, ampliar o portfólio de serviços e fortalecer sua autoridade técnica no ecossistema sociojurídico.
A melhor pós é aquela que alia atualização normativa e jurisprudencial, visão sistêmica das políticas públicas e aplicação prática em cenários reais. Procure um programa com curadoria de conteúdo consistente, materiais atualizados, estudos de caso e recursos que estimulem a tomada de decisão profissional. Verifique se o curso favorece conexões com o ecossistema sociojurídico e incentiva produção técnica aplicável ao dia a dia. A VERBO Jurídico se destaca pela tradição no ensino jurídico, foco na aplicabilidade e compromisso com resultados de carreira, ajudando o especialista a transformar conhecimento em impacto social e posicionamento sólido no mercado.
Trata-se de um campo interdisciplinar que reúne o ECA, a Constituição, tratados internacionais e normas como o SINASE, além de diretrizes de políticas públicas. Abrange proteção integral, convivência familiar e comunitária, adoção nacional e internacional, guarda, medidas protetivas, escuta e depoimento especial, prevenção e enfrentamento de violências, trabalho infantil, educação, saúde, assistência social, responsabilidade civil e penal, tutela coletiva, acesso à justiça e proteção de dados de crianças e adolescentes. Também envolve governança e conformidade em organizações que atendem esse público, bem como a articulação intersetorial entre sistema de justiça e rede de proteção para garantir direitos de forma efetiva.
Programas de especialização nessa área costumam ser planejados para conclusão em médio prazo, organizados em trilhas e módulos que facilitam a conciliação com trabalho e demais compromissos. O ritmo de estudo é pensado para permitir aprofundamento consistente, com progressão temática que vai do arcabouço normativo à aplicação em casos reais e políticas públicas. Em geral, o aluno consegue avançar em um ciclo formativo que garante tempo suficiente para consolidar competências técnicas e desenvolver repertório prático, mantendo flexibilidade para diferentes rotinas profissionais. O foco está na qualidade da formação e na construção de resultados que se traduzam em impacto na carreira.
É indicada a profissionais com formação superior que atuam ou desejam atuar no ecossistema sociojurídico da infância e juventude: advogados, servidores do sistema de justiça, gestores públicos, membros de comissões temáticas, profissionais do terceiro setor, conselheiros tutelares com graduação, educadores, psicólogos e assistentes sociais interessados em fortalecer a interface jurídico-institucional. O curso favorece perfis que buscam aprimorar a tomada de decisão, a atuação intersetorial e a produção técnica aplicada, com foco em resultados concretos na proteção integral. Também é uma excelente opção para quem deseja migrar de área com propósito social e aprofundar o domínio das normas e práticas que estruturam o ECA e políticas correlatas.
Não. Embora a linguagem jurídica esteja presente, a área é intrinsecamente intersetorial e se beneficia do diálogo com políticas públicas e serviços da rede de proteção. Profissionais de direito, assistência social, psicologia, educação e gestão pública encontram na pós uma base sólida para qualificar decisões, estruturar fluxos institucionais e promover a garantia de direitos com segurança jurídica. Para advogados, a especialização aprofunda o domínio técnico para litígios e consultivo; para perfis de outras áreas, oferece ferramental jurídico aplicável ao cotidiano institucional, ampliando a capacidade de desenho de soluções integradas e a atuação ética e humanizada junto ao público infantojuvenil.
Você percorre os fundamentos e a aplicação prática do ECA, Constituição, tratados internacionais e SINASE, com foco em resultados. Entre os temas: medidas protetivas, acolhimento e desacolhimento, guarda, adoção nacional e internacional, convivência familiar e comunitária, escuta protegida e depoimento especial, responsabilização de adolescentes, tutela coletiva, políticas públicas, rede de proteção, enfrentamento de violências e proteção de dados. Aprende a elaborar peças e pareceres, estruturar estratégias processuais e extrajudiciais, desenhar fluxos intersetoriais e orientar instituições da sociedade civil e do setor público. Tudo para atuar com segurança, precisão técnica e compromisso com o interesse superior da criança e do adolescente.
Entre os desafios estão a integração efetiva da rede de proteção, a redução da revitimização, a qualificação da escuta de crianças e adolescentes, a celeridade e qualidade das decisões, e o fortalecimento da convivência familiar e comunitária. Persistem gargalos no acolhimento familiar, na adoção de grupos de irmãos e adolescentes, e na prevenção de violências, inclusive no ambiente digital. A proteção de dados, a publicidade dirigida ao público infantil e a educação em direitos também ganham relevância. Superar esses desafios exige visão sistêmica, atuação baseada em evidências, articulação intersetorial e compromisso com a prioridade absoluta prevista em lei, sempre com abordagem ética e humanizada.
A atuação exige foco no interesse superior da criança e do adolescente, análise probatória qualificada e respeito às garantias processuais. Recomenda-se: avaliar vínculos afetivos e condições de cuidado; mapear a rede de proteção e as medidas previamente adotadas; verificar possibilidades de reintegração familiar com segurança; e, quando necessário, estruturar a adoção com observância das exigências legais. Em cada etapa, é essencial garantir escuta protegida, acompanhamento técnico interdisciplinar e documentação adequada. No consultivo, orientar famílias e instituições; no contencioso, sustentar teses consistentes, com pedidos claros e medidas executáveis. O objetivo é assegurar soluções estáveis, seguras e alinhadas à legislação e à melhor evidência disponível.
Medidas protetivas são aplicadas a crianças e adolescentes em situação de risco ou violação de direitos, com finalidade de proteger, promover e restabelecer condições de desenvolvimento e convivência segura. Já as medidas socioeducativas destinam-se a adolescentes autores de ato infracional, com natureza pedagógica e responsabilizadora, respeitando garantias processuais e a condição peculiar de pessoa em desenvolvimento. Em ambos os casos, a intervenção deve ser proporcional, individualizada e monitorada, priorizando alternativas em meio aberto quando adequadas. A diferença central reside na finalidade: proteção integral e prevenção de danos, de um lado; responsabilização com educação para a cidadania, de outro, sempre sob controle judicial e acompanhamento técnico.
São instrumentos voltados a colher informações de crianças e adolescentes de forma técnica e protetiva, evitando revitimização. A escuta especializada ocorre na rede de proteção, com objetivo de proteção e encaminhamento adequado; o depoimento especial é o procedimento judicial, em que o relato é colhido com técnicas que preservam a integridade psíquica e a confiabilidade da prova. Em ambos, recomenda-se ambiente acolhedor, linguagem adequada à idade, registro cuidadoso e respeito à vontade da criança, observando-se fluxos intersetoriais. O profissional do direito precisa compreender papéis, limites e boas práticas para garantir segurança jurídica, qualidade da informação e centralidade do interesse superior.
As frentes são amplas:
Em todas as áreas, destacam-se a análise de risco, a prevenção de violências, a conformidade com o ECA e a construção de soluções juridicamente seguras e executáveis.
Ao consolidar domínio normativo e jurisprudencial, a pós fortalece a capacidade de interpretar casos complexos e propor soluções exequíveis, atributos valorizados em ambientes públicos e institucionais. Você amplia a visão intersetorial, aprende a desenhar fluxos de atendimento e a estruturar peças e pareceres consistentes, elevando a qualidade técnica do trabalho. A formação também melhora a comunicação com equipes multiprofissionais, facilita a implementação de políticas e a gestão de riscos, e aumenta a credibilidade diante de órgãos de controle e da rede de proteção. Esse conjunto de competências potencializa oportunidades em seleções e progressão de carreira.
Além da técnica jurídica, destacam-se:
O desenvolvimento dessas competências potencializa a qualidade das intervenções, a segurança jurídica das medidas e a confiança da rede de proteção, refletindo em melhores resultados para o público atendido.
Crie uma rotina de atualização contínua: acompanhe diários oficiais e informativos de tribunais, monitorando julgados do STF e STJ; siga resoluções e recomendações de conselhos e órgãos de justiça; participe de grupos de estudo e comunidades profissionais; leia periódicos especializados e relatórios de organizações que atuam com infância e juventude; e utilize alertas temáticos. No dia a dia, transforme novidades normativas em checklists, modelos e fluxos aplicáveis aos casos. Essa disciplina mantém seu repertório atualizado, favorece decisões mais seguras e diferencia sua atuação em ambientes que exigem respostas rápidas, consistentes e alinhadas às melhores práticas.
Participe de comissões temáticas, grupos de estudo e eventos técnicos; publique artigos e notas técnicas; ofereça workshops e capacitações para a rede de proteção; atue em projetos pro bono e clínicas de direitos; registre aprendizados e resultados em um portfólio com peças, pareceres e iniciativas de impacto (resguardando sigilo). Cultive relações com profissionais de assistência social, psicologia, educação e saúde, pois a atuação é intersetorial. Ao demonstrar domínio técnico e compromisso com a proteção integral, você amplia a visibilidade, fortalece a reputação e gera oportunidades em consultoria, contencioso estratégico e projetos institucionais.
A proteção de dados pessoais de crianças e adolescentes exige cuidados redobrados em registros, compartilhamento de informações e comunicação com famílias e instituições. É essencial mapear bases legais, limitar coleta ao necessário, adotar consentimento qualificado quando aplicável, reforçar controles de acesso e anonimização, e estabelecer protocolos claros com a rede de proteção. Em escolas, serviços de saúde, acolhimento e plataformas digitais, políticas internas de privacidade e segurança devem ser adaptadas às particularidades desse público. O especialista contribui para alinhar práticas à legislação, reduzir riscos de incidentes e garantir que o interesse superior e a dignidade da criança orientem todas as decisões.
Segundo o art. 1º, §1º da resolução CNE/CES nº 1 de 06/04/2018, os cursos de pós-graduação lato sensu são abertos a candidatos diplomados em cursos de graduação ou demais cursos superiores, devendo a data de colação de grau ser anterior ao início do curso de Pós-Graduação do seu interesse.
Após a realização da matrícula, você deverá digitalizar os documentos e realizar o upload dos arquivos na plataforma acadêmica São eles: - Diploma de graduação ou da Declaração de Conclusão de Curso Superior (com indicação da data da colação de grau), sendo obrigatório o upload do Diploma no período de duração do curso sob pena de não ser certificado ao final do curso; - Histórico de conclusão de curso; - CPF(Cadastro de Pessoa Física;) - Documento de identidade com foto (RG, CNH, CTPS); - Certidão de casamento (em caso de mudança de nome);
Os cursos de Pós-Graduação da Faculdade VERBO são reconhecidos pelo MEC pela Portaria nº 913, de 17/08/2016 e Portaria nº 1.010, de 20/05/2019.
A partir da realização da matrícula no curso, e pagamento da 1ª parcela, o atestado de matrícula poderá ser emitido, no decorrer do curso, diretamente junto ao Portal do Aluno.
Os cursos contam com a duração de 12 meses, conforme calendário do curso, podendo solicitar a produção do Trabalho de Conclusão de Curso no decorrer do mesmo e então o ajuste do tempo de duração do curso. Após a finalização do curso, tendo obtido a aprovação necessária, será possível a solicitação de uma Declaração de Aprovação do curso enquanto se aguarda a emissão do Certificado de Conclusão.
O principal requisito é uma conexão de internet estável e com pelo menos 2Mbps de velocidade. A tecnologia 3G/4G é desaconselhada em função do volume de dados trafegados. Você ainda vai precisar de navegador atualizado (preferencialmente Google Chrome, Mozilla, Internet Explorer ou Safari) e algum aplicativo para abertura dos materiais em pdf, como o Acrobat Reader. Qualquer dificuldade, você poderá entrar em contato com o nosso Suporte Técnico diretamente através do Ambiente Virtual de Aprendizagem.
A disponibilização das videoaulas é realizada gradativamente no decorrer do curso, permanecendo no ambiente de aprendizagem do aluno até a entrega do certificado. A partir do momento em que estiver disponível, poderá ser visualizada no período de duração do curso com acesso ilimitado.
Materiais de apoio que auxiliam no estudo e aprofundamento dos temas estudados são disponibilizados como complemento às aulas. Além disso, está disponível uma BIBLIOTECA VIRTUAL exclusiva, incluindo conteúdos atuais e relevantes sobre temas relacionados ao curso e entrevistas com grandes nomes do direito.
As dúvidas poderão ser encaminhadas diretamente através do Ambiente Virtual de Aprendizagem, com retorno em até 48 horas.
O sistema de avaliação consiste na realização de uma avaliação online realizada ao término do período letivo do curso, em data estabelecida, conforme calendário acadêmico, sendo exigido nota mínima de 7,0 (sete) em cada disciplina para aprovação. Em caso de nota inferior a 7,0 (sete) em alguma disciplina, poderá ser realizada uma avaliação de recuperação da disciplina, sem custo adicional. Também faz parte do sistema de avaliação frequência mínima de 75%, que é computada com base no número de aulas efetivamente visualizadas pelo aluno.
Conforme resolução CNE/CES nº 1 de 06/04/2018, a realização do Trabalho de Conclusão de Curso não mais é considerada obrigatória, ficando a critério do aluno sua realização.
No decorrer do curso, o aluno poderá solicitar a prorrogação - ou seja, novo prazo para a visualização de aulas e/ou a realização da avaliação final de curso -, contando com a prorrogação de seus prazos por 1 (um) semestre letivo, subsequente ao de seu calendário acadêmico.
O estágio pode ser realizado junto aos cursos de Pós-Graduação Lato Sensu da Verbo Jurídico como atividade opcional, como forma de complementação do ensino e aprendizagem.
Direito de Família